QR codes apontam para fora. O trµstSeal carrega para dentro: o hash do conteúdo, a assinatura do autor e a referência on-chain estão codificados no próprio desenho, legível por máquina e por humano.
É só um link. Se o domínio cair, expirar ou for sequestrado, a "prova" some. Não diz nada sobre o conteúdo em si.
Hash + assinatura gravados nos anéis concêntricos, irradiando do centro Ø. Determinístico: mesmo conteúdo → mesmo selo, sempre.
Lê direto dos pixels, roda no navegador via Web Crypto API e consulta a blockchain pública. Sem app, sem cadastro, sem servidor próprio.
Digite abaixo. A cada tecla, seu navegador calcula a cadeia criptográfica real, a mesma do app em produção, e o selo se redesenha. Nada sai do seu dispositivo.
A chave privada é gerada no seu navegador só para esta demonstração. No app real ela é derivada da sua identidade e nunca toca o servidor, a assinatura acontece client-side.
Cinco selos, uma mesma prova. Toque ou passe o mouse sobre o selo para acender e revelar cada camada.
O tipo é só um rótulo declarativo no envelope, nunca entra no hash. A mesma prova serve para tudo: texto, imagem, som, vídeo, código, o que vier. Estes são só alguns exemplos, a lista não acaba. Toque num cartão para ver o caso na prática.
Do conteúdo cru até a âncora pública: cada passo dá um nó no anterior, e a mídia se espalha pela rede IPFS antes de entrar na amarra. Toque em qualquer ponto para explorar.
O hash composto inclui cøntextTrust:polygon-mainnet:137. A assinatura só vale nesta chain e versão, ninguém reusa um selo em outra rede.
1.0 (legado, sem binding, expirado), 1.1 (binding) e 1.2 (atual). A verificação tenta 1.2 → 1.1 → 1.0, então selos antigos seguem válidos.
Um selo pode referenciar selos anteriores. Os sealIds entram no hash composto → alterar a linhagem invalida a assinatura.
A mídia cifrada vive no IPFS, onde o endereço do arquivo é o hash do próprio arquivo (CID). Mudou um byte, mudou o endereço. Qualquer nó da rede serve a cópia, nenhum servidor é dono dela, e o CID entra no hash composto: mídia e selo amarrados.
Nada depende de um servidor que pode sair do ar. A prova nasce no seu dispositivo e fica gravada nos próprios anéis do selo: o desenho carrega quem fez, o que é e desde quando existe. São três garantias, uma em cada geometria.
O hash do conteúdo mora dentro do selo. Mudou uma vírgula, o desenho não fecha mais.
Uma assinatura que só a sua chave gera e qualquer pessoa confere, sem depender de você.
O selo fica gravado on-chain: a data existe desde aquele instante e ninguém reescreve.
E vira publicação.
O mesmo conteúdo selado, na cara de cada rede: a mídia leva o selo radial estampado no canto e o texto carrega o trust:// verificável. Escolha a rede:
A prova vai junta de dois jeitos: o selo radial estampado no canto da mídia (com a faixa trust://) e o rodapé verificável no texto. Selo privado não gera badge público (404, não vaza autor nem mídia).
Qualquer pessoa escaneia um trµstSeal e lê a prova. O decoder é open-source, roda no navegador via Web Crypto API e consulta a blockchain pública diretamente. A prova não depende de nós.